Encontro de casais
 Gisele E Castro - líderes do Ministério de Casais
Pr. Marcos Teodoro e esposa
Luciana do Amaral |
Tema:
Pequenas Coisas que Edificam
ou Destroem o Casamento
1ª parte
INTRODUÇÃO
- John Gray e seus livros – tornou-se um nome familiar e um milionário da noite para o dia com o best-seller Homens são de Marte e Mulheres são de Vênus – dentre muitos outros que escreveu.
Esses livros batem numa tecla que ressoa em cada um de nós: homens e mulheres são de fato diferentes – não somente em termos materiais, biológicos ou físicos, mas em termos racionais, sensoriais e psicológicos: pensamos, percebemos e sentimos de forma distinta.
- Logo, somos diferentes, ou seja, fomos projetados de forma distinta: foi assim que
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Deus nos fez, e essa era a inten ção dele. E a Bíblia nos diz que era muito bom, Gn 1.27.
- Mas o título do livro de John Gray (Homens são de Marte...), entretanto, não reflete exatamente como as coisas de fato são. Os homens não são de Marte nem as mulheres de Vênus: ambos são daqui mesmo, da Terra.
- E ambos têm de lidar como isso se quiserem fazer que o casamento, o sexo e o romantismo funcionem. E, por incrível que pareça, as dificuldades que a maioria dos casamentos enfrenta não são devidas às coisas grandes, mas às pequenas.
- A escritora Dorthy Rosby, num artigo intitulado “Viver juntos é o que torna o casamento difícil”, conta a história de uma mulher que atirou no marido porque ele comeu o chocolate dela! Ela ainda acrescenta:
- “São as pequenas coisas que na verdade destroem os casamentos. Margarina, meias de nylon penduradas no porta-toalha, cabelo na pia. Certa vez ouvi a história de um casal que brigou por mais de 4 horas por uma tira de elástico. Ele estava com a tira e ela a queria. São as pequenas coisas que acontecem quando vivemos juntos...”.
- Dorthy Rosby está certa! São as coisinhas pequenas, que Salomão define como as “raposinhas”, em Ct 2.15, que podem entrar sorrateiramente em nosso relacionamento e causar sério dano.
- Há dois tipos particulares de raposinhas que oferecem perigo ao casamento: “raposinhas do perigo” e “raposinhas da diferença”.
I – RAPOSINHAS DO PERIGO.
- São sinais de aviso de um casamento em perigo!
- A raposa da inversão de papéis.
- Ninguém desempenha tão bem os papéis de homem e mulher quanto eles próprios.
- O problema dos dias atuais é que os homens lutam contra a própria masculinidade: não têm bons referenciais de masculinidade. Porque em geral, não têm sequer um bom relacionamento com os pais.
- Qual a saída? Buscar orientação num homem mais velho, mais maduro, que seja marido e pai bem-sucedido!
- A raposa da estagnação da intimidade.
- Pergunta aos homens: “quando vocês procuravam uma esposa para casar pensaram que iriam se casar com uma mulher feia, sem sensualidade, não soubesse cozinhar, que não estivesse disposta a te agradar e a te beijar?” Enfim, alguém que te fizesse infeliz para o resto da vida? É claro que não!
- Mas isso queria dizer que não amava sua mulher quando se casou com ela? Normalmente não se casa por interesse, não é?
- Pois então, o amor emocional foi o início do casamento. Mas é o amor da alma que o mantém caminhando. Isto significa que não podemos continuar no relacionamento da mesma forma que iniciamos.
- A relação tem de crescer desde o primeiro dia, caso contrário, a raposa da estagnação entrará de modo sorrateiro e fará seu trabalho destrutivo.
- A raposa do silêncio.
- Para um casamento ser saudável e vibrante cinco áreas exigem constante atenção: 1) comunicação; 2) finanças; 3) sexo; 4) filhos; 5) relacionamento com familiares do cônjuge.
- Se algum dos 4 últimos itens enfrentar problemas, pode anotar: a comunicação foi interrompida – o silêncio passou a vigorar!
- Caminhar juntos por uma vida toda exige que conversemos de modo regular: de conversas sérias a bate-papos informais.
- A raposa do tempo mal empregado.
- Amor é uma palavra que, às vezes, deveria ser grafada: tempo.
- O casamento enfrenta momentos difíceis quando nosso melhor tempo é dedicado a atividades que prometem pouco retorno para nosso investimento.
- Ex.: Um indivíduo diante de duas opções. Primeira: subir numa árvore às 4 da manhã, no inverno numa plataforma chamada “posto do cervo”, e congelar o traseiro enquanto espera para atirar no Bambi. Segunda: pode ficar em casa, numa cama quentinha e aconchegante abraçando a esposa!
- Isso é dedicação do melhor tempo a coisas que não são importantes.
- A raposa da interferência externa.
- Homem e mulher têm necessidades básicas inerentes à estrutura do seu ser.
- O homem, por exemplo, precisa que a esposa o admire e o realize sexualmente. A mulher necessita que o marido lhe dê afeto e diga coisas íntimas.
- Quando não recebemos isso de nosso cônjuge, podemos ser tentados a procurar em outra pessoa. Isso é o que abre a porta para um caso extraconjugal.
- Chega aos poucos e devagar, quase despercebido.
- A raposa da fadiga.
- O casamento enfrenta problemas quando os votos do matrimônio são considerados condicionais; quando não é mais visto como uma aliança sagrada diante de Deus e começa-se a considerar o divórcio uma solução possível para uma situação infeliz.
- O ser humano, infelizmente, tende a buscar a saída mais fácil, e o divórcio é a saída mais fácil em crises matrimoniais – porém, ainda assim, produz resultados profundamente negativos: tanto para o casal que se separa como para os filhos que permanecem!
Concluindo
- Estas são as raposinhas do perigo! São sinais de que um casamento está em vias de se desfazer ou, no mínimo, de ser avariado permanentemente!
- Como isso pode acontecer? O casal não se separa, mas não atinge seu propósito de crescimento e nem produz a satisfação que ambos procuram na relação!
- O relacionamento fica atrofiado; e o pior de tudo é que o casal se acomoda achando que casamento é isso mesmo!
- Como evitar o perigo? Algumas recomendações:
- Entenda o relacionamento com seu ‘amor’ como algo precioso;
- Reconheça abertamente e um para o outro os perigos que estão envolvendo vocês;
3) Assuma um compromisso de mudança com seu parceiro(a);
4) Tenha paciência! Dê tempo ao outro para processar a necessidade de mudar e o que fazer para mudar. Mudanças levam tempo!
PRÓX. ENCONTRO – 25/10, HOTEL SAVANA.
II – RAPOSINHAS DA DIFERENÇA. |